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Pastor José Wellington vai às lágrimas ao inaugurar Assembleia de Deus na Suécia
Foto: Reprodução/AD - Ministério Belém
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Pastor José Wellington vai às lágrimas ao inaugurar Assembleia de Deus na Suécia

Líder religioso estabelece nova frente missionária no país que deu origem ao movimento pentecostal brasileiro
28/04/2026 22:11 Tempo estimado de leitura: 2 minutos O Fuxico Gospel

Foto: Reprodução/AD - Ministério Belém


SÃO PAULO (SP) — Em um momento carregado de simbolismo e emoção, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Assembleia de Deus Ministério do Belém em São Paulo e presidente de honra da CGADB, anunciou a expansão oficial da denominação para o continente europeu.


Durante uma videoconferência realizada nesta semana, o decano inaugurou a primeira congregação do ministério em Gotemburgo, na Suécia.

Lágrimas e Gratidão Histórica

A inauguração foi marcada por um choro incontido do líder assembleiano. Para José Wellington, a abertura desta frente missionária representa uma “restituição espiritual”.

A Suécia é a pátria de Gunnar Vingren e Daniel Berg, os jovens missionários que saíram da Europa há mais de 110 anos para fundar a Assembleia de Deus no Brasil. “É emocionante saber que de lá surgiu a Assembleia de Deus, e agora temos o privilégio de levar novamente a Palavra àquela nação”, declarou.

O Retorno da Mensagem Pentecostal

Embora a Suécia tenha sido o berço dos fundadores da AD, o país hoje enfrenta um forte cenário de secularismo. A chegada da AD Belém a Gotemburgo é vista por especialistas em missões como um marco da força do pentecostalismo brasileiro, que deixa de ser apenas “campo missionário” para se tornar o principal exportador de fé para o Hemisfério Norte.O pastor reafirmou sua crença de que a nova igreja alcançará vidas e fortalecerá a obra de Deus no território sueco.

A liderança de José Wellington Bezerra da Costa continua focada em consolidar o legado da denominação por meio de avanços estratégicos.

A congregação em Gotemburgo servirá como um ponto de apoio para brasileiros residentes e para a evangelização local, mantendo acesa a chama que os suecos trouxeram para o Pará em 1910.

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